Antes de investir em redes sociais, invista em “ser” interessante.
14 de November de 2009, por Raphael Lacerda
Os sites focados em mídias sociais estão na moda. Os consumidores criam, mantêm e divulgam seus perfis e preferências neles. Enquanto isto, as empresas procuram formas de aproveitar esta oportunidade, revertendo as informações e conteúdos dos usuários em lucro.
Ou seja, é um cenário em expansão, com forte potencial, mas que até este momento, poucas empresas realmente colheram frutos.
O que será que está errado?
A verdade é que nos primórdios da web, apenas o “ter” era fator de diferenciação. Bastava à empresa “ter” um site, ou “ter” um email que ela já estava dentro do mercado de internet.
Agora a época mudou, não basta só “ter” é preciso “ser”.
“Ser” interessante, “ser” relevante. Não basta apenas criar um perfil no twitter e “ter” uma identidade da sua empresa naquela rede. O esforço deve ser maior.
Para ter uma forte presença no meio, a empresa precisa “criar e manter um assunto”,” deve possuir algo diferente que faça as pessoas falarem dela” e isto não deve ser apenas durante uma ação, mas durante um longo tempo.
Não adianta criar cadastros em redes sociais se a empresa não tem nada de diferencial para ser comentado, falado, divulgado.
Invista em ressaltar algo realmente diferente no processo da empresa e depois crie seus perfis.
Pense nisto…..
Empresas B2B e suas estratégias de interação.
29 de October de 2009, por Raphael Lacerda
No mercado, grande parte das empresas possuem como principais clientes outras empresas e não um consumidor final. Nesta plataforma, as estratégias de marketing possuem características próprias.
Colocando de forma simples, no B2B existem duas fases principais para se iniciar um contato para que ele possa evoluir em um acordo de negócios. O primeiro é o “martelar” e o segundo é o “ser a solução”.
A ação de “martelar” compreende a necessidade que a empresa possui em estar presente mesmo quando os possíveis clientes não estejam procurando seus serviços, seja através de uma forte presença, ou de um relacionamento constante com conteúdo atrativo e formas úteis de comunicar.
Já a ação de “ser solução” acontece quando o potencial cliente possui uma necessidade que pode ser solucionada com o produto da empresa e a realização do negócio depende do grau de dificuldade para que a interação se realize, e depende também da empresa se vender realmente como uma solução.

Ou seja, uma estratégia completa de marketing precisa de equilíbrio de ações entre estes dois pontos. Se a empresa investe bastante em “ser a solução”, está perdendo possíveis clientes que não se lembram dela, pois não foram “martelados.” Ou ainda, a empresa pode estar se vendendo como “a melhor”, mas será que os clientes a conseguem achar ou perceber sua real qualidade?
Interatividade não é apenas site.
Apesar de uma maioria achar que uma agência interativa cuida apenas do site institucional da empresa, a interação, na verdade, é contato. Assim, a 7 Mares é uma agência de contato, seja um contato de vendas, um evento, uma notinha fiscal e até através de uma cobrança.
Todas estas são oportunidades de relacionamento com o cliente. E uma agência realmente completa, oferece um mapeamento destas ações para fornecer uma estratégia que realmente retorne em vendas e não fique apenas limitada na comunicação, pois acreditamos que o marketing daqui da frente será pautado não pelo que você fala, mas pelo o que você faz.
A 7Mares acredita que o tempo e a profundidade que o usuário interage com sua marca, produtos e serviços, são fundamentais para qualquer processo de compra. Nossas estratégias são diferenciais, pois colocamos como centro da ação formatos que permitem um maior relacionamento. Usamos os meios rápidos, evasivos ou pouco profundos apenas como auxilio.
Meios/Formatos:
Tanto na fase de “martelar”, como também na de “ser solução”, existem diversas ações e formatos que podem ser trabalhados pela empresa, neste momento é preciso analisar quais são aqueles que retornarão melhores resultados.
Não adianta apenas aparecer para muitos, é necessário aparecer para quem vai te comprar. Fazer este contato converter em vendas depende do meio, das características da comunicação e de diversos outros fatores.
Como você aparece para um possível cliente quando ele não está te procurando?
Em um evento?
Em uma revista?
Numa promoção?
Em um patrocínio de evento?
E quando ele procura por uma solução?
Seu site te mostra como solução?
Sua presença no Google é forte?
Seu material institucional é realmente lido pelos seus clientes?
Pensar nos caminhos que a interação ocorre te ajuda a entender melhor onde seu investimento pode ser utilizado.
Reflita sobre suas ações de marketing atual:
1- De uma revista, será que o cliente já parte para comprar seu produto?
2- Qual outro meio que ele busca informação?
3- Este desejo de compra se perde ou é direcionado para o concorrente?
4- Quanto tempo ele fica em contato com sua empresa, o tempo de uma lida na revista, ou os minutos dentro do seu site? Não dá para utilizar os dois, usando a revista para chamar ao site?
Pense.
Próxxima – A Revolução do Século XXI Chegou.
3 de September de 2009, por Vitor Bonfim
O Próxxima é um evento do grupo Meio&Mensagem que reúne publicitários e empresários para debater sobre o futuro da comunicação digital.
Confira o áudio de algumas entrevistas feitas no evento, clicando na imagem.
Interressante para quem deseja conhecer mais sobre o esta revolução nos meios de comunicação que afetam todo o mercado.
Palestra UCG – Podcast – Parte 2 – Web Goiânia
21 de August de 2009, por Raphael Lacerda
Esta é a segunda parte do Podcast da mesa redonda na Universidade Católica de Goiás, demoramos para colocar no ar, pois no dia da apresentação, a captação não foi feita com microfones e as vozes dos participantes da platéia, quase não foram captadas, o que é uma pena, pois a troca de idéias foi muito interessante.
Nos próximos eventos levaremos um microfone para melhorar a qualidade. Para escutar o áudio, use fones de ouvido e aumente “bastante” o volume.
Sobre o tema, nesta segunda etapa, colocamos alguns exemplos de cases mundiais e nacionais que abordaram uma nova forma de comunicar e também listamos as participações da platéia.
Primeiro trecho – Mudou a forma de comunicar e você nem viu?
Segundo trecho -Será que sua comunicação integrada está integrada mesmo??
Terceiro trecho – Uma ação única não resolve seu problema, é preciso dedicar mais energia.
Quarto trecho – Qual a razão de criar um blog?
Se não conferiu a primeira parte acesse pelo link : Palestra UCG – Podcast – Parte 1
A diferença entre criatividade e inovação
18 de August de 2009, por Raphael Lacerda
A criatividade no mundo atual é fator de diferenciação. E não apenas na publicidade.
Em todas as áreas “ser criativo” é necessidade. Encontrar novas formas de entregar valor, agilizar processos e fazer mais com pouco é o que difere os “talentosos” dos profissionais que apenas executam suas tarefas.
Não existe mais esta de “profissional que usa o lado direito e outro que usa o lado esquerdo”, o trabalhador do futuro sabe utilizar os dois lados, pois precisa transformar idéias em realidade.
Na verdade, criatividade bem aplicada gera inovação. A publicidade interativa prega que não apenas a agência e sua comunicação devem ser criativas, mas a empresa cliente e principalmente os usuários da ação.
O novo consumidor deseja participar, deseja criar uma mensagem, não apenas “receber” alguma mensagem criada por alguns comunicadores.
As novas agências e publicitários devem ser criativos não apenas na sua mensagem, mas também nas estratégias para incetivar a criatividade dos clientes, pois assim chegaremos a uma verdadeira inovação, transformando comunicação em algo que realmente entregue valor.
Este vídeo consegue resumir de forma rápida essa diferença e também serve para pensar de que forma utilizamos nossa criatividade: ela gera inovação/resultados ou fica apenas na idéia/mensagem?









